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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Dica Perfect Form Suplementos

TURBINE SUAS DEFESAS!
Não deixe que o inverno esfrie seu treino!
Alguns suplementos podem ser utilizados para melhorar as defesas do organismo contra gripes e resfriados:

Multivitamínicos ricos em zinco: são suplementos que contém em sua fórmula um grupo completo de vitaminas e minerais, em especial o Zinco. Foi demonstrado que ele exerce um papel na atividade dos glóbulos brancos produtores de anticorpos e de outras células fagocitárias e que a falta de zinco no organismo induz a numerosas alterações no sistema imunitário. Recentes estudos demonstram que a ingestão de alimentos, por si só, deixa de suprir em até 40% as necessidades do organismo.
Modo de tomar: 1 tablete/dia.

Glutamina: é o mais abundante aminoácido livre no tecido muscular. Desempenha um papel fundamental no metabolismo protéico, no aumento do volume celular e no anti-catabolismo. Tem um papel muito importante em vários órgãos do corpo, e também no sistema imunológico e no metabolismo da proteína, tornando-se um nutriente muito importante para quem pratica atividade física. Modo de tomar: 1 colher de chá após o treino. A dica é fazer uma vitamina com 2 medidores de Whey protein +1 colher chá glutamina + fonte carboidrato (malto ou banana) + leite desnatado.

Bons treinos e saúde a todos!
Carolina de Almeida – Especialista em Nutrição Esportiva UGF/RJ

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ergonomia da Pedalada – artigo escrito pela fisioterapeuta e praticante de ciclismo Daniela Bertol

A bicicleta deve ser "vestida" pelo ciclista, seja qual for o uso e modalidade ciclística. Por isso, além de “dicas de ergonomia” que são dadas embasadas em estudos científicos, um fator que sempre deve ser considerado é o conforto e a preferência de cada um, pois somos seres diferentes física e mentalmente.

Falando em “dicas de ergonomia”, a carência de informações a respeito das características ergonômicas do ciclismo faz com que muitos praticantes utilizem a bicicleta com desajustes que associados a um desconforto, e até mesmo lesões, podem ser um dos fatores de abandono do esporte ou afetar no desempenho por acarretar maior gasto energético.

Estes “maus ajustes” comumente se referem a posição do selim e do guidão.

Se o selim estiver muito baixo e/ou avançado pode ocorrer uma flexão ou uma movimentação médio-lateral excessiva do joelho. A ocorrência de lesões neste caso, está ligada ao fato da grande magnitude de força muscular gerada pelo quadríceps (principal músculo anterior da coxa) a qual é transmitida para a articulação do joelho (patelofemoral) a medida que a flexão do joelho aumenta (veja a figura abaixo):

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Enquanto que com o selim muito alto e/ou recuado, o joelho é estendido excessivamente, podendo ocorrer uma tensão exacerbada dos músculos posteriores da coxa e ocasionar lesões.

Outra “dica” é a posição e o tamanho do guidão, que devem ser ajustados considerando aspectos ergonômicos do ciclista sobre a bicicleta, o tipo de atividade e novamente o conforto e preferência pessoal. A largura entre ombros é considerada no tamanho do guidão, recomenda-se que a pegada das mãos seja na mesma linha ou ligeiramente mais aberta que a linha dos ombros; e ainda pode ser incluído os bar hands, que alguns gostam e outros não, que facilitam o desempenho nas subidas. E sobre a altura, em nível de melhor desempenho e curvatura da coluna, a dica é o guidão na mesma altura ou um pouco mais alto que o selim; afim de manter as curvaturas fisiológicas da coluna, evitando dores e lesões.

Grifo Ecoriders: Nós ciclistas devemos estar sempre atentos a essas dicas passadas por profissionais. Faça um exame e avalie se sua bicicleta de fato “veste” você.

Obrigado Dani pela boa vontade em auxiliar com informações valiosas aos amantes da bicicleta. VALEU!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Dica Gigante Bike - Você sabe qual a importância da hidratação?


O músculo produz calor durante o exercício físico e todo o corpo aquece. Para esfriar, o organismo leva água às extremidades do corpo para que esta água (o suor), em contato com o ar, provoque o resfriamento na pele.

Vamos ver quais os efeitos da desidratação só para teres uma noção do que te espera se não ingerires líquidos suficientes:

Sem hidratação, um simples passeio de mountain bike pode ser uma autêntica travessia do deserto. E é claro que quanto mais calor está, ou mais roupa você usa, maior será a sudação. Em média, perdemos entre 0,8 a 1,5 litro de água por hora, não só pela transpiração como pela respiração ou outros processos internos do organismo. E nem sempre nos damos conta destes níveis de desidratação! Em casos de muito calor, e é claro que estes valores variam entre cada indivíduo. Outro problema é que raramente temos consciência da quantidade de água que temos de ingerir, até porque nem sempre sentimos sede. Quando a sentimos é tarde de mais. É sinal que a desidratação chegou a um nível tal que o cérebro viu-se obrigado a “soar o alarme”. Certamente, a essa altura do texto, já estás pensando nos erros que tens cometido nas pedaladas. A melhor maneira de calcular a desidratação é se pesar antes e depois da pedalada, e para cada kg perdido tens que beber um litro de água.

Para ter uma ideia dos efeitos da desidratação, calcule a que percentagem do teu peso total, corresponde o peso perdido. Com esse valor percentual podes ver quais os efeitos.

Um caso prático: o João pesava 70 kg antes de pedalar e regressou com 68 kg. Os 2 kg que perdeu por desidratação correspondem a 2,8% do seu peso.
Para chegar a este valor, multiplicas os kg perdidos por 100 e divides esse valor pelo teu peso inicial. No caso do João, (2x100) : 70 = 2,8.

Agora olhe na tabela abaixo o que o João certamente sentiu durante o treino ou passeio.


Nível de desidratação e consequências

-menos de 2%: perda de capacidade termoreguladora

-de 2 a 4%: a capacidade/desempenho muscular vai sendo reduzida e há maior possibilidade de sentir cãibras

-4 a 6%: cãibras, perda de força muscular, diminuição do tempo que o corpo resiste ao esforço

-mais de 6%: cãibras severas, esgotamento, falta de raciocínio, coma, lesões musculares eminentes

O que se perde na desidratação

Suar não é só perder água. Sais minerais são igualmente perdidos, daí que alguns de vocês possivelmente já repararam em manchas cinzentas ou brancas na roupa. É por isso que em muitos casos a água simples não chega para acalmar os efeitos da desidratação. Atualmente as bebidas isotônicas são compostas por uma série de nutrientes, principalmente minerais, que ajudam o corpo a aguentar longas horas de exercício. Sódio, cloro, fósforo, potássio, cálcio e magnésio são elementos essenciais para manter tudo a funcionar na perfeição. Além disso, o sódio (sal) faz com que a bebida fique ligeiramente salgada e por isso deixa-te com sede e faz com que sintas vontade de ir bebendo.

Quando beber?

Não é só durante o exercício que deves beber água ou bebidas isotônicas. Antes do esforço físico deves ir bebendo água para o teu corpo se hidratar. Não bebas muito de cada vez senão o organismo detecta grandes quantidades e elimina-as rapidamente pela urina. Duas a três horas antes do exercício vai bebendo pequenas quantidades de água. Na meia hora/45 min. que antecedem o exercício não deves beber bebidas energéticas, porque em repouso o corpo reage aos açucares e produz insulina precisamente para baixar os níveis altos de açúcar. O resultado é um abaixamento dos índices de glicose e reflete-se numa quebra de energia e sensação de falta de força.

E no final, há duas situações: se te acabaram os líquidos e desidrataste mais do que o aceitável, deves beber logo alguma água ou bebida isotónica para evitar o catabolismo. O catabolismo muscular acontece quando um músculo é utilizado de forma intensa e longa e não recebe proteínas para ser correctamente reparado. O organismo humano apenas tem reservas de proteína no músculo. Por isso é uma situação “canibal”: no caso da mountain bike, os músculos das pernas, para se auto-repararem, retiram proteínas de outros músculos, debilitando a estrutura em vez de a reforçar.
Beber energético e comer uma barra proteica (e não energética, ou gel), logo nos minutos seguintes ao fim do exercício, é fundamental. Se demorar mais de 30 a 45 minutos, o teu organismo já terá entrado no tal processo de catabolismo.

O que saber?

-Perdemos entre 0,8L a 1,5L de água por hora

-Devemos beber, por isso, cerca de 1L por hora

-No início água é suficiente, mas nos treinos mais longos e intensos deves usar bebidas isotônicas;

-Calcule o tempo aproximado que demorarás para percorrer a distância e veja o que vai precisar beber;

-Não beba só quando sentir sede. Beba pequenos goles de cada vez (o equivalente a um copo pequeno a cada 10 ou 15 minutos);

Dicas Gigante Bike - Isotônicos - Quando e como usá-los




Como vimos no post anterior, o calor provoca perdas de líquidos através do suor que muita vezes só a água não repõe, pois ocorre também uma perda de sais minerais importantes para o equilíbrio orgânico. Sensação de fadiga e de "peso nas pernas" são queixas comuns em indivíduos que tem uma perda de água acentuada. Quanto maior o tempo de exercício, maiores serão as perdas hídricas.

Isotônicos são bebidas à base de água, sais minerais e carboidratos (6 a 8%), ideais para reposição de líquidos e eletrólitos perdidos através do suor durante atividade física. São chamados isotônicos por possuírem formulação semelhante ao plasma, o que facilita a absorção.

Só há necessidade de consumi-los se você perder mais de 2% de peso corporal durante a atividade física (veja o post anterior e calcule sua perda). Para tanto, saiba que:

Resultado menor ou igual a 2: só a água será suficiente;

Resultado maior que 2: beba um isotônico, além da água;

Nos dois casos, o resultado dessa fórmula também indica a quantidade (em litros) que você deve ingerir.

Na hora de escolher sua bebida isotônica atente para os seguintes detalhes:

- O total de carboidratos não deverá ultrapassar 20 g para serem absorvidos mais rapidamente pelo organismo.

- O tipo de carboidrato também é importante, pois o ideal é que seja uma fórmula balanceada que apresente glicose, frutose e não somente sacarose como é o caso de alguns.

- A presença de Sódio e Potássio é fundamental para facilitar a absorção.

- A presença de Cloreto nas formulações também é desejável, visto que também perde-se Cloro através do suor.

- Ideal para esforços mais prolongados (triatlos, duatlos, ciclismo, corrida), bebidas com adição de vitaminas também são recomendáveis.

- Consuma-os de preferência gelados para facilitar o esvaziamento gástrico. Quanto mais rápido ele deixar o estômago, mais rapidamente você sentirá os benefícios.

Por fim saiba que a água de côco, que possui apenas 22 calorias por 100 ml, é um isotônico natural e saboroso, apesar de possuir baixo teor de Sódio (em atividades muito prolongadas há uma necessidade maior deste mineral para que a água possa ser absorvida). LEMBRE-SE: HIDRATE-SE ANTES, DURANTE E DEPOIS DE ATIVIDADE FÍSICA.

Dica Gigante bike - Receita de repositor energético


O objetivo deste artigo é apresentar uma receita simples de um repositor caseiro que tem a quantidade de carboidrato, cloreto de sódio e potássio bem próximo dos isotônicos comerciais e com um custo muito, muito mais baixo.

O material necessário para o nosso é:

Laranjas maduras, sal, açúcar, água, caramanhola de 750 ml, espremedor de laranjas, colher medida.


Modo de prepraro:

Opção 1:

Retire uma quantidade de suco de laranja com o espremedor, que dê uma xícara de chá completa.

Passe o suco por uma peneira para retirar os bagaços que possam ter passado pelo ralo do espremedor e coloque toda a xícara de suco de laranja na caramanhola.

Com a colher medida (dessas utilizadas para fazer soro caseiro) use o lado do açúcar para colocar 6 medidas de açúcar na caramanhola.

Com a mesma colher medida use o lado do sal para colocar 2 medidas de sal na caramanhola.

Complete a caramanhola com água e tampe.

Opção 2:

Composição para 1, 5 L (2 caramanholas de 750 ml)
2 limões
2 colheres de sopa de mel para a glicose (acho que é menos calórico que o açucar e tem mais nutrientes.)
1 colher( de café) de sal

Em qualquer das opções, agite a caramanhola para que a mistura fique homogênea, coloque para gelar e aproveite a pedalada com os amigos.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Dicas Gigante Bike - Rodas


Normalmente você já compra uma bicicleta com as rodas de série, mas sempre existe a possibilidade de se fazer um upgrade, pagando a diferença. O argumento assim jogado pode parecer vago, porque em tese você pode fazer upgrade em qualquer peça da bike.

No entanto, a consideração sobre a roda torna-se relevante a partir do momento em que você entende a dinâmica da coisa, ou seja, a força centrípeta. A roda é um elemento de giro, e todo o conjunto adquire uma inércia com a velocidade do giro, criando uma força centrípeta considerável. Essa é a razão pela qual não se deve desprezar o peso dos pneus e das câmaras de ar.

Mesmo os eixos das rodas sofrem esforço considerável, pois os rolamentos dos cubos são os elementos móveis mais exigidos de uma bicicleta, juntamente com os do movimento central. A robustez e a confiabilidade dos cubos são muito importantes. Imagine se eles quebrassem na mesma proporção da corrente de transmissão?

Se você pretende investir um pouco para tirar peso de uma bike, deve sempre começar pelas rodas – incluindo pneus. Lógico que existem casos em que você já fez isso e está indo para a segunda etapa ou situação, em que você quer mexer em alguma coisa já estabelecida anteriormente.

Apesar de ter sido dito que o comportamento de uma bicicleta depende das características do quadro e da suspensão, as rodas também contribuem bastante. Por exemplo: existem rodas mais rígidas, mais macias, rodas que aceleram melhor do que outras e assim por diante.

Roda dos sonhos para:

Os socadores de subida: CrossMax da Mavic ou similar, uma roda super rígida que responde de imediato o esforço de aceleração. Não se recomenda essa roda para MTB Hard tail, a não ser para pessoas que saibam do que se trata. O conjunto resultante vai trepidar muito, sendo, portanto, desconfortável. Da mesma forma, não se recomenda nenhuma roda muito rígida para pessoas mais pesadas ou que querem judiar da bike com manobras e saltos. Ela pode quebrar com stress de impactos fortes ou repetitivos.

Os aficcionados em tirar peso sem perder a confiabilidade: Cubos Cris King (pode também ser Tune ou Hughi), Raios DT Revolution e rodas Mavic 517 ou Ritchey WCS de 32 furos (existem pessoas usando 28 furos, mas estes perdem um pouco em termos de robustez para uso diário). Roda assim é mais macia e distribui bem o impacto. Uma dica mais: tem gente usando câmara 1.5 (ou mais fina) para pneus de até 2.1. Os fabricantes não recomendam, mas você tira um pesinho com investimento muito baixo, e tudo indica que funciona bem.

Os que querem maciez acima de tudo: neste caso você pode trabalhar com a raiação. Existem sistemas de trançar os raios para montar a roda que deixam o mesmo equipamento mais duro ou macio. Rodas macias são mais confortáveis e distribuem melhor as pancadas, contudo demoram mais na resposta para aceleração.

Um outro ponto que você deve considerar é a pressão de ar nos pneus. Quanto mais cheios estiverem os pneus, mais dura e nervosa fica a bike. Quanto menos ar (existe um limite que depende da medida e do tipo de pneu), mais macia será e melhor tração terá a sua magrela. Nunca se deve exagerar na pressão. Acima de um limite a dirigibilidade fica comprometida. A bike vai começar a quicar muito, perder a tração e o controle nas freadas – o pneu traseiro começa a travar muito facilmente. Abaixo do limite você vai perder a estabilidade nas curvas, com o risco do pneu escapar do aro. Pneu muito murcho pode furar a câmara por pinçamento (snake bite).

No fim das contas você pode compor o conjunto como quiser. Imagine uma bike full suspension último modelo com sistemas de amortecedores super sofisticados. Se você equipa-la com um conjunto de rodas rígidas, vai obter um equipamento de comportamento super neutro, que acelera bem e em que o conforto depende da suspensão. Se equipar com as rodas macias o conjunto resultante será uma bike super confortável.

Existem rodas montadas com lâminas de carbono em vez de raios. Em algumas localidades no mundo, esses modelos são proibidos de serem utilizados em provas por questões de segurança. Isso se deve ao risco de que, no caso de um tombo, aconteça decepação de parte do corpo que por ventura venha a entrar na roda. Essas rodas merecem também uma atenção especial nas trilhas pedregosas, pois um impacto lateral de pedra pode quebrar a estrutura – e se isso acontecer o tombo é quase inevitável e as lascas de carbono quebrado pode cortar como lâminas. Fonte: halfdome

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Equipamentos básicos de segurança


Existem basicamente três equipamentos (ou materiais) de segurança que são fundamentais para MTB: capacete, óculos e luvas. No entanto essa lista pode crescer se você estiver tendendo para free ride ou downhill, que chegam a necessitar de caneleira, cotoveleira, colete de proteção e até capacete fechado com queixeira.

Capacete: o capacete de MTB foi projetado para aguentar impacto inercial de velocidade relativamente lento. Em outras palavras, uma pessoa batendo a cabeça e tendo o arrasto do peso do corpo na velocidade de queda – normalmente inferior a 50 km/h. Os modelos para MTB são em geral leves e bem ventilados, mas é muito comum vermos pessoas utilizando esse equipamento de forma errada, ou seja, com fitas de fixação folgada. O capacete deve ser bem ajustado e não deve ficar folgado e nem solto na cabeça. Muita gente reclama que capacete bem ajustado é desconfortável e incomoda. Mas se não for assim ele pode não servir ao propósito.

Luvas: se você cai, a reação imediata é proteger-se com as mãos. Numa trilha podem existir espinhos, farpas de madeira, pedras e até folhas de capim cortantes. A mão é uma das partes do corpo que mais se machuca em MTB e ironicamente é também a parte do corpo da qual você mais depende no dia a dia. Assim é bom prevenir-se bem. É recomendável o uso de luvas de dedo reforçado (tipo motocross) para uso em trilha.

Óculos: existem várias razões para você usar óculos em ciclismo, principalmente MTB. Se você estiver em trilha, sempre há a possibilidade de pegar um galho ou cipó – que pode eventualmente ter até espinhos. No campo você vai encontrar mais insetos também. Isso sem falar nas pedrinhas e no pó que seus companheiros e seu pneu dianteiro levantam. Se a trilha estiver molhada então, nem se fala. Ter ou não um bom óculos é a diferença que faz você conseguir ou não enxergar a sua frente. E como existem muitas trilhas no meio da mata fechada, é bom você ter modelos de lentes claros. Esses ambientes podem ser incrivelmente escuros.

Modelos de pisca Pisca traseira: se você tem costume de sair pra pedalar de madrugada ou no entardecer, é bom ter um sinal luminoso na traseira. Os modelos com sistema estroboscópico são mais visíveis. Refletores laterais podem ajudar também.

Todos esses equipamentos você encontra na Gigante Bike, podendo inclusive escolher entre diversos modelos o que você mais gosta e que se encaixa no seu orçamento. O importante é não andar sem proteção.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Excelente opção para ciclistas (e não ciclistas)

Tenho uma excelente dica aos amigos ciclistas para aquele dia que deu preguiça de cozinhar na hora do almoço: o restaurante do colégio Notre Dame, que fica na Morom esquina Marcelino Ramos, e a entrada é pelo centro de eventos do colégio. Para quem não sabe os responsáveis são nossos colegas de pedaladas, a Lisandra e o Ronaldo, e quero indicar, porque fui e gostei muito (indico que provem o bife - excelente tempero - e o feijão - hehehehe). O valor é justo e possui várias opções de salada. No mais fica a dica para valorizarmos nossos amigos. Realmente vale a pena.

Dica Gigante Bike - Suspensão


Hoje, a suspensão das bicicletas está tão desenvolvida que existem modelos para todos os gostos – infelizmente não para todos os bolsos. Os melhores modelos disponíveis no mercado são razoavelmente leves e têm até controle de comportamento, o que pode torná-los totalmente rígidos (travados), alterar a velocidade do retorno ou mudar o curso de trabalho.

Por outro lado, vale lembrar que uma única peça de suspensão dianteira sofisticada pode custar mais que uma bicicleta cross-country básica inteira, montada. Também se deve considerar que quanto mais sofisticada for a peça, mais tecnologia ela carrega. Isso aumenta a importância da manutenção preventiva, já que com a solução de pequenos problemas ou com a aplicação de alguns ajustes você poderá evitar prejuízos maiores.

Considerando-se os modelos de suspensão disponíveis no mercado e que servem para prática de Mountain bike, temos novamente que diferenciar as 4 categorias: cross-country, trail bike, free ride e downhill. Também devemos avaliar de forma diferente as suspensões traseira e dianteira.

De uma forma genérica podemos dizer que o curso da suspensão é relativamente curto nos modelos cross-country (cerca de 80mm na traseira, 80 a 100mm na dianteira para modelos a ar). O peso é sempre um problema nessa categoria, de forma que o segredo é criar um equipamento que seja confiável e ao mesmo tempo leve. Obviamente as suspensões cross-country não foram desenvolvidas para um estilo agressivo de execução de manobras e saltos radicais. O seu uso é basicamente para absorver as irregularidades do terreno, melhorando o conforto e a dirigibilidade da bike.

A robustez e o curso da suspensão vão crescendo à medida que avançamos para o downhill. Conseqüentemente, os equipamentos tornam-se mais pesados. Nesse extremo, as suspensões não só devem absorver as irregularidades do terreno, mas também têm que agüentar os impactos dos saltos gigantes. Da mesma forma, os adeptos do free ride necessitam de amortecedores que suportem as manobras e saltos (que também podem ser uma porradaria).

Nas categorias cross-country e trail bike existem 4 grandes grupos de amortecedores dianteiros: os de elastômero, os de mola, os de ar comprimido e os modelos de comportamento variável (que também são a ar comprimido). Os modelos traseiros possuem princípios semelhantes, mas para eles não existe a categoria dos elastômeros. Os modelos de mola dispõem de um sistema hidráulico que faz o papel de amortecedor, controlando o retorno da suspensão.

Elastômero: são modelos básicos e existem produtos feitos com materiais de diferentes densidades. São bastante confiáveis e apresentam poucos problemas, porém são pesados. O controle de comportamento - velocidade de retorno controlada por um cartucho de óleo que faz o papel de amortecedor - nem sempre é disponível, e mesmo modelos que o possuem não apresentam muita vantagem.

Mola: são os modelos intermediários e seu funcionamento é muito bom. O amortecedor permite ao usuário variar e controlar a velocidade do retorno. Muitos amortecedores traseiros também utilizam esse mecanismo. As melhores suspensões para categoria downhill e free ride utilizam o sistema mola e óleo e podem ter 250mm de curso de trabalho.

Ar comprimido: uma das vantagens do ar em relação ao elastômero ou à mola é o peso, entretanto, os benefícios para cross-country e trailbike vão muito além. Os modelos mais sofisticados chegam não apenas a oferecer controle da velocidade do retorno pelo sistema hidráulico, mas também podem ser travados para andar no plano ou na subida. Outra vantagem é que muitos modelos permitem alterar a calibragem da pressão para mudar o comportamento do equipamento. Quem experimenta um, não volta atrás.

Comportamento variável: são basicamente modelos que evoluíram a partir do princípio do ar comprimido e que ganharam mais algumas sofisticações. Há amortecedores dessa categoria que neutralizam os movimentos repetitivos e regulam a densidade e curso de acordo com a necessidade. Isso pode ser feito por meio do mecanismo inerente ao equipamento ou por controle voluntário localizado no guidão da MTB.

Uma suspensão dessa categoria neutraliza as oscilações da pedalada, porém funciona com os trancos que “vem de baixo”. Também possui mecanismo de reconhecimento imediato, isto é, se ela estiver trabalhando na posição travada e receber um impacto forte, imediatamente libera o sistema para absorver aquele choque. Logo em seguida volta para a posição travada novamente.

Algumas dessas suspensões oferecem ainda a opção de manter apenas uma pequena parte do curso da suspensão traseira (algo em torno de 20%) em funcionamento. Esse controle, localizado no guidão da bike, é uma opção para subida, pois com ele você conjuga o comportamento de uma Hard tail com a tração de uma full suspension.

Existe um tipo de quadro de MTB que é chamado de Soft tail. As bikes com esse quadro não possuem um pivô articulado no triângulo traseiro e funcionam basicamente por flexão. Para permitir a movimentação da roda, o triângulo traseiro é construído de forma que tenha uma descontinuidade na inserção abaixo do selim e, naquele ponto, é instalado um amortecedor ou uma bucha de elastômero. O curso desse tipo de amortecimento é curto, girando em torno de 1 a 2 cm, mas ele consegue ser estruturalmente leve. É relativamente comum nos quadros de titânio, mas há relatos de casos de fissuramento de quadros Soft tail por fadiga quando utilizados em condições mais exigentes. retirado de: halfdome

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Como escolher o melhor quadro para sua bike


Fizemos um guia básico para que você faça a melhor escolha.

Com a hegemonia do alumínio, até parece óbvia a resposta. Já com mais de dez anos no mercado, este metal já ganhou a confiança da maioria dos ciclistas. E com a massificação da produção, o preço esta cada dia melhor.

No entanto, já há outras opções de materiais e até mesmo diferenças entre tipos de alumínio. Para que a sua decisão seja a melhor possível, produzimos um guia para você chegar à loja falando a mesma língua que o vendedor e poder escolher melhor.

Primeiramente, é necessário entender dois princípios que norteiam a qualidade de um quadro, seja ele de que material for.

 Solda

 O quadro tem quase a mesma importância que uma corrente numa bike. Se ela quebra, o pedal acaba. Com um quadro quebrado, talvez e, com muita sorte, você ainda consiga pedalar capengamente. Sempre ouvimos dizer que uma corrente é tão forte quanto o mais fraco de seus elos. Basta um quebrado para acabar a festa.

No quadro, isso vale para a solda. Basta uma mal feita e não adianta ele ser feito do mais resistente material, é ali que a vaca vai pro brejo. Portanto, escolher o fabricante geralmente é mais importante que o material.

A soldagem é a parte mais complicada para quadros de materiais leves, tais como, alumínio, scandium, magnésio, etc. Diferentemente de uma solda elétrica, esses materiais exigem muita perícia e tecnologia para serem unidos de maneira a corresponder à resistência de todo o material. Ela não pode ser porosa, nem grande e nem pequena demais, etc. Visualmente é impossível avaliar uma solda depois do quadro pronto e pintado, portanto, saber do histórico do fabricante é a melhor saída para não ter que terminar uma trilha empurrando.

 Desenho

 O desenho, além de responder pelo desempenho e conforto, está diretamente ligado também à resistência e consequentemente à durabilidade de um quadro. Para ligas que usam alumínio na composição a construção deve ser tal que não permita que o sistema trabalhe. Isto é, com o movimento da pedalada, a torção do quadro deve ser mínima ou inexistente. A fadiga da liga de alumínio esta diretamente ligada à estabilidade da construção. Mais uma vez, escolher o fabricante é fundamental e antes de começar a namorar um modelo bonitinho ou uma pintura legal. Pergunte a outros ciclistas e ao seu lojista se o distinto não balança demais o rabo ou se tende a estufar o suporte dos freios traseiros quando este é acionado. Alguns fabricantes têm perfis de diâmetros e formas diferentes na parte de trás justamente para evitar essa movimentação.

 Materiais para quadros de bike

 Agora podemos entrar nas principais ligas de metais para bikers amadores. Este guia é uma base para quem procura o melhor para passeios e trilhas. Deixamos de lado também ligas que muito especiais ou o velho aço de bikes de supermercado. Vamos ao que você irá encontrar na sua loja de bicicletas.

 Cromo

 Ou cromo-molibdênio, essa liga de aço tem por característica uma alta resistência e a facilidade de construção. Como sendo da turma do aço, a soldagem pode ser elétrica. Aquele tipo que encontramos em qualquer oficina mundo a fora. Essa é a liga preferida de muitos cicloturistas que adoram se perderem pelo mundo em longas viagens. Como peso não é a principal preocupação e sim a possibilidade de manutenção em locais remotos, ele passa a ser a opção.

A resistência de um material é medida em quilograma força sobre uma área. No caso do cromo, ele pode chegar a 120kg/mm². É a maior entre todas as ligas. O galho neste caso é o peso final do quadro que fica cerca de 50% mais que um de alumínio. Já há registros de designers que conseguiram modelos que chegaram quase no peso de um de alumínio, mas a produção destes quadros são artesanais e difíceis de encontrar.

Para quadros com liga de cromo a capacidade de absorção de impactos é grande e o problema de desgaste por movimento de torção não é significativo, o que faz a durabilidade deste tipo de material ser a maior entre os quadros de baixo custo.

 Alumínio

 Atualmente o mais vendido entre os quadros para MTB. Mesmo sendo classificado genericamente por alumínio, é preciso estar consciente que se trata também de uma liga e, como o alumínio é o principal componente, ele dá o nome. Mas aqui a diferenciação se dá pela numeração. Você já ouviu falar ou vai ouvir a seguinte frase “é em alumínio 6000”.  A numeração é quem define a liga, são basicamente duas séries de ligas, seis e sete mil. Existe ainda um ajuste fino do tipo 7090 ou 6030, etc. Mas isso é papo pra engenheiro. Você sentirá diferença somente entre as duas séries.

A diferença palpável é no peso. A série 7000 produz quadros mais leves. Isso porque eles conseguiram uma liga mais dura e com isso puderam reduzir a espessura das paredes dos perfis, assim reduzindo o peso geral.

A busca dos pesquisadores é sempre por um material que não se altere ao longo de variações de condições de uso, como temperatura e esforço. Quanto maior for a amplitude dessas condições, sendo que o material fique do mesmo jeito, melhor. Esse conceito vale também para o quadro como um todo, ele deve permanecer igual ao fim de um downhill irado. E para isso entram mais duas coisas na composição: desenho e forma do perfil.

Já falamos da importância do desenho para a estabilidade do material e consequentemente durabilidade do quadro. Mas o formato dos perfis também influencia na resistência do conjunto. Pode reparar que com a série 7000 apareceram perfis triangulares. Com isso conseguiu-se aumentar mais a resistência e diminuir peso.

Hoje um quadro de alumínio esta abaixo de 2kg e com uma durabilidade estimada em dez anos. Isso tudo para um preço razoável.

 Scandium

 O que vemos sendo vendido como scandium é na verdade uma nova liga de alumínio com esse metal na composição. O que se conseguiu foi uma liga mais resistente que a série 7000 e com isso mais redução de peso. Um quadro dessa liga se aproxima fácil de só um quilo de peso. O que temos é uma redução significativa de peso por um acréscimo de 50% no preço do quadro.

O scandium é uma invenção russa que com o fim da guerra fria chegou ao ocidente nos anos 90. Eles precisavam de um material leve e resistente para as pontas dos mísseis que seriam lançados da Sibéria. O foguete precisava ter uma ponta dura para furar a camada de gelo ao ser lançado sem que o peso fosse problema.

Hoje o metal é usado para temperar o alumínio dando uma resistência extra para a liga com um custo ainda viável. Para quadros de scandium, valem todas as considerações de construção do alumínio.

O que podemos destacar é que esta liga vai colocar em cheque o uso de fibra de carbono para bikes. A diferença de peso entre as duas (fibra e scandium) é muito pequena e o preço da última tenderá a cair com a massificação da produção.

 Fibra de carbono

 Todo mundo que já assistiu a uma corrida de Fórmula 1 sabe de cor e salteado as benesses da fibra de carbono. O material tão leve quanto resistente. E claro, caro, muito caro. Quadros para bikes com este material ficam com menos de um quilo de peso. Isso faz muitos ciclistas de fim de semana sonharem com desempenhos fabulosos por arrastar menos peso pelo caminho.

Agora o que poucos falam é que na composição da fibra vai mais ou menos resina. Quanto menos resina, mais fibra é necessária e custo sobe. O galho é que a resina é sensível aos raios UV e quanto mais banho de sol na sua bike, mais cedo ela se desmancha. Saber o quanto de resina esta sendo usada nos modelos que nos chegam a preços acessíveis, é o problema para definir a durabilidade de um quadro desse tipo. Portanto, ter um quadro de carbono pode fazer sua imagem melhorar junto à turma, mas pode ser mais caro do que você imagina.

 Titânio

 Esse é o cara. Leve, flexível, ultra-resistente e não oxida. Agora, você precisa ter um orçamento militar de primeiro mundo para poder se dar ao luxo de ter um.

O titânio é o material que conseguiria congregar as melhores virtudes de todos os tipos de ligas que falamos até agora. Mas parece que ele também soma o preço de todos eles e ainda o multiplica por algum fator: é caro, muito caro. O que até inibe a oferta por vários fabricantes, mesmo que tenha gente disposta a pagar pelo luxo. O que faz dele algo raro de encontrar. Atualmente ouvimos mais falar do uso desta liga em bikes de equipes profissionais de ciclismo.retirado de: ondepedalar.com

Vocabulário técnico de Mountain Bike

Para quem tiver dúvidas a respeito dos termos utilizados no mountain bike, pode dar uma espiada nesse site que encontrei. Não é completo, mas vai ajudar bastante. Clique aqui.

Dica Gigante Bike: XTR, Deore, LX? Para que serve cada um?


Bom galera, uma dúvida que assombra grande parte dos ciclistas, os diferentes tipos de relação de marchas da shimano são - obviamente -concebidos para tipos específicos de pedalada. No quadro ao lado, retirado de um folder da shimano, podemos esclarecer para que serve cada um (clique na imagem para ver em tamanho maior). 

Para quem quiser se inteirar ainda mais das diferenças - e são muitas - entre os grupos, pode clicar aqui e abrir o folder virtual. Sugiro que logo na primeira página, clique em "open as pdf" para melhor visualização, podendo inclusive salvar o arquivo no seu computador. Esse folder é bastante elucidativo, pois fala de todos os produtos shimano, como por exemplo trocadores, correntes, cubos e sistemas de freio V-brake e Disc Brake. Realmente vale a pena uma leitura mais demorada para entender um pouco mais desses produtos que fazem parte do nosso dia-a-dia .

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dica Gigante Bike - Limpeza de corrente

Parte importante da bicicleta, a corrente necessita de cuidados simples mas essenciais para que se mantenha em condições de uso adequadas, evitando assim o desgaste prematuro de peças da relação de marchas, bem como exige menos do ciclista na hora da pedalada. 
Nas bicicletas utilizadas para passeio ou as de tipo speed que andam mais em asfalto,  a corrente não suja tão rápido quanto as bicicletas de uso fora de estrada pois a sujeira é mais leve. Para essas, a dica é lubrificar a cada semana, sem lavagem. A lavagem mais profunda para esse tipo de bicicleta, vai depender da frequência de uso.
Já a corrente suja de barro, principalmente depois de fazer uma trilha, deve ser limpa de maneira mais profunda, utilizndo querosene, óleo diesel ou desengraxante (que pode ser em spray), passando um pincel para remover a sujidade e finalizando com esquicho de água da mangueira. Lembre-se sempre de molhar de cima da bicicleta para baixo, e nunca pela lateral, evitando assim que a água leve sujeiras para dentro dos rolamentos. Ao final, espere secar (se tiver ar comprimido, pode utilizar para agilizar o processo) e então depois lubrifique com uma gota de óleo especial em cada elo da corrente. Não coloque óleo quando a corrente estiver suja de lama, e o mesmo serve para bicicletas de asfasto quando a corrente estiver visivelmente suja (preta).
O óleo mais indicado para bicicletas é o óleo à base de silicone e teflon. Você poderá encontrar esse tipo específico em casas especializadas do ramo, deixando assim a corrente e relação de marchas de sua bicicleta em perfeitas condições de uso, seja para um passeio, seja para uma trilha em dia de chuva. 

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dica GIGANTE BIKE - Selim



Escolher o selim correto pode fazer a diferença entre uma pedalada confortável
e um passeio infernal. Quanto mais tempo você fica no selim, mais torna-se importante o conforto.
Não há um tipo de selim que pode ser recomendado para todos os ciclistas, no entanto,
pilotos têm diferentes estilos de pedalar, além de idéias diferentes do que é confortável.
Um equívoco comum é que a largura traseira do selim deixa-os mais confortáveis. Normalmente não é o caso, uma vez que mais material entre suas pernas pode causar irritação e interferir com a livre circulação de sua pélvis, coxa, ossos e músculos. Você pode, na realidade, ter um selim relativamente duro e pequeno, mas confortável
uma vez que você se acostuma. Os modelos mais recente de selins
tem o meio completamente cortado ou rebaixado, como um canal que serve para reduzir a pressão sobre as regiões baixas.
Comprar o selim errado pode ser um desperdício, e é por isso que boas lojas tem selins de vários tipos e preços para facilitar a sua escolha.

quinta-feira, 2 de abril de 2009